Sernaiotto - Compartilhando pequenas felicidades

Por que você bloga?

31 de agosto de 2015

Eu tô numa vibe bem esquisita – o offline tá me consumindo tanto que eu tô sem forças para o online. Aproveitei essa vibe terrível e me desafiei a refletir: por que eu blogo? Então eu tô aqui nesse lindo blog day para te desafiar a refletir o mesmo.

Já deixo o aviso de que não tô no meu momento mais criativo e esse vai ser o texto mais pobre que você vai ler na vida do sernaiotto.com. Foi mal aí <3

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A Duds fez um post sobre a blogosfera atual que eu super recomendo a leitura (sério, clica na parada ai). Foi uma espécie de tapa na minha cara: eu sempre me cobrei demais por não conseguir estar presente o tempo todo no blog e não conseguir publicar todos os meus projetos com rapidez. Se eu deixo o blog largadinho por 7 dias, já fico com a cabeça revirando em culpa, me sentindo relapsa, péssima e tudo o que há de negativo.

Mas fica aqui uma pergunta: e daí? O que acontece de tão estrondoso se eu não atualizar o blog 3 vezes na semana além de perder o amô de uns 5 gatos pingados impacientes que provavelmente não me acompanham há anos e não me amam de verdade (CHATI)? Até porque, já passei por uns 20 hiatus e bloqueios ao longo desses 6 anos de blog e você – que realmente importa – nunca me abandonou.

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Serei demitida? Não receberei pagamento? Tomarei bronca do chefe? É nesse ponto que eu quero chegar: a chefe sou eu (wow, what a badass). E que baita chefe chata essa que eu tenho. Mas tudo o que eu faço aqui é por amor, é por diversão, é porque lá em 2004 eu resolvi ver o que era isso de blogspot e acabei viciando.

Depois de 6 anos, o blog está se pagando (tava na hora, né queridinho) e tô podendo investir em ferramentas legais para facilitar minha vida – e a sua. Mas não me faz rica. Não me faz famosa. Só me faz feliz.

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só que não RISOS

Tô me dedicando de todo coração, me concentrando nele como se minha vida dependesse de criar um conteúdo fenomenal. Nunca levei o blog tão a sério como nesse ano de 2015. Cheguei a conclusão de que eu blogo para poder facilitar a sua vida, inspirar o seu trabalho, ajudar na sua organização, te deixar um tico mais feliz com minhas palhaçadas. Eu tenho esse compromisso com você.

Mas não é todo dia que tô de boas – como nesse momento. Tô sem pique para criar, sem ânimo para responder emails, sem forças para te tratar da forma que você deve ser tratado: com muito amô e muita gratidão. Então eu fico quietinha, buscando inspiração para poder voltar sempre pro seu monitor cheia de energia positiva.

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Esse post foi um desabafo, uma carta para dizer o quanto eu amo você – que tá aqui lendo esse mimimi. Você alegra meus dias com shares, comentários, tweets, downloads. Você me motiva a ter ideias, a aprimorar meu conhecimento, a estudar, a desenvolver.

Eu blogo para você. 

E você: por que você bloga?

Nesse dia, indico todo mundo do meu blogroll para você visitar e deixar amô. E se você me indicou no seu blog day, deixa o link nos comentários que eu quero encher meu coraçãozinho e compartilhar com os amigos. Muito obrigada!

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Melhores horários nas redes sociais

21 de agosto de 2015
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Não tem muito segredo nesse post, amig@s. Reuni na imagem acima o resultado de algumas pesquisas sobre os melhores horários nas redes sociais, usando Scup, Hubspot e dados das minhas estatísticas no Buffer. Os dias e horários definidos nessa pesquisa são uma média e podem variar muito de acordo com seu público – e representam valores de 2014 e 2015.

Ferramentas para redes sociais:

  • Buffer: permite agendar posts no seu facebook, twitter, google+, linkedin e agora no pinterest. Essa ferramenta é gratuita, limitada à 1 conta para cada rede social.
  • Hootsuite: permite administrar muitas redes sociais, como facebook, twitter, google+, instagram, youtube e outras. É gratuito para uso pessoal com até 3 perfis.
  • Scup: ferramenta profissional e paga, que permite administrar redes sociais, gerar relatórios completos e gerenciar atendimento online. É perfeita para empresas e equipes.
  • Boardbooster: uma ferramenta paga para administrar o seu pinterest. Permite agendar pins, criar painéis em grupo , monitorar pins antigos e gerar relatórios.
  • Edgar: ferramenta profissional para administração de redes sociais e agendamentos. É paga, tem um preço bem salgado mas várias funcionalidades inovadoras, como a reciclagem de conteúdo com base em melhor horário de postagem e sem repetições.

Eu já dei uma dica sobre como divulgar o seu post de inúmeras formas e sugeri uma agenda de divulgações para as redes sociais. Agora você pode usar esses horários de pico nas suas divulgações. Você também pode usar o nosso blog planner digital para organizar suas divulgações na aba “agenda de divulgações“.

Qual a sua rede social favorita?

  • Como blogueir@: em qual rede social seu público interage mais?
  • Como leitor@: por qual rede você costuma acompanhar seus blogs e sites favoritos?

Tô super curiosa pela sua resposta, acho que podemos gerar um debate bacana nos comentários sobre nossos resultados nas redes sociais, o que acha?

Esse tutorial te ajuda a descobrir a rede social que mais envia tráfego no Analytics.

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Diferenças entre Brasil e Coreia

19 de agosto de 2015
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Já me pediram aqui nos comentários para citar algumas diferenças entre Brasil e Coreia que notei. Na verdade, temos feito um constante brainstorm aqui entre os brasileiros: o que um achar de diferente, compartilha com todo mundo.

A Fernanda – colega de curso e de dormitório – reuniu algumas diferenças em 2 posts no Sulkoreando: parte 1 e parte 2. Eu trouxe aqui alguns dos meus favoritos, sob meu ponto de vista. Estão preparados?

  • Não existe desculpa ou com licença no metrô, é cada um por sí e Deus por todos;
  • As motos andam na calçada e eu já passei por experiências de quase morte umas 5 vezes;
  • Você acha homem bonito na rua, acha táxi, acha dinheiro, mas não acha lixeira;
  • O metrô e o ônibus são cobrados de acordo com a distância percorrida;
  • O café da manhã é sopa de peixe, peixe frito, suco de peixe e pudim de peixe. Na verdade, o café daqui é comida mesmo: arroz, kimchi, frituras, sopas. Quando tem leite e cereal vira evento comemorativo entre os estrangeiros;
  • Tudo é doce na Coreia, menos o doce – que é salgado;
  • Coffee shop aqui não é um lugar para tomar café, é um point social;
  • Os pontos de ônibus possuem um sistema para verificar o saldo do seu T-money (o bilhete único de nome mais chique) e mostra os ônibus que estão chegando. E funciona;
  • Por aqui se esconde o corpo do Sol – coreano odeia se queimar – exceto pelas coxas. A coxa tá liberada. As meninas usam shorts de dar inveja na Carla Perez;
  • A Coréia é conhecida pela sua cultura do pali pali – que é parecida com São Paulo e New York: ninguém nunca para. Exceto no lado esquerdo da escada rolante do metrô. Todo mundo para lá, é incrível.
  • Aqui, você sujou, você limpou. O que quer dizer que estudantes limpam a escola e limpam o dormitório – o que daria uns processos no Brasil.
  • Você pode andar com o celular na mão e não vai aparecer um pirralho pedindo o aparelho;
  • Perdeu carteira no metrô? Ela estará no achados e perdidos, com tudo o que você deixou e ainda um bilhetinho pedindo para que tenha mais cuidado, se duvidar.
  • A água é grátis. Na verdade, sempre que você for comer em algum lugar, a água é grátis e à vontade. Nunca comprei um copinho ou garrafinha por aqui enquanto estive fora.
  • tomate tem açúcar. Eles levam o fato de o tomate ser uma fruta bem a sério;
  • Tem karaokê em toda esquina, tem coreano cantando muito mal, inclusive. Só que eles não ligam para o que você pensa;
  • Os sapatos são todos bregas. Todos. Inclusive, comprei uma sandália aqui que eu achei que nunca usaria na vida – é última moda e paguei 10 dólares;
  • As calças jeans nunca servirão. Elas foram elaboradas para pessoas sem bunda, sem coxa, sem vida. Acho que não serve nem nas coreanas.
  • Todo metrô tem uma espécie de shopping ao estilo 25 de março, um mundo subterrâneo de felicidade a 5 dólares. Tem roupas, eletrônicos, comida e amor. Nunca mais fiz compras na superfície desde que cheguei aqui. Sou um tatu do consumo. Uma minhoca do capitalismo.
  • Coreano tem pavor a inglês, morre de medo de falar. Mas usa muito o konglish, que é o inglês que eles incorporaram no seu cotidiano. Preto é buléck, hamburger é ambógó, cartão é cardu e nice é naissu. E se você falar essas mesmas palavras em pronúncia correta, vai dar bug no cérebro deles e vão abanar as mãoes dizendo “no english”. ¯\_(ツ)_/¯

Fica aqui um adendo importante: as diferenças culturais são muitas – e incríveis. Tá sendo minha melhor experiência poder vivenciar tudo isso, sempre levando com bom humor e mente aberta. Tô amando esse país a cada dia mais.

Ah! Fica de olho no blog da Fer que ela já tem as partes 3 e 4 no gatilho.

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