Loma leu: Não sou uma Dessas (Lena Dunham)

O que vocês acharam dessa primeira edição do clube do livro? Eu amei a brincadeira! Acredito que esse compromisso de ler para poder debater com vocês me fez levar o desafio mais a sério. Era esse o propósito, né?

Quando eu lancei o post sugerindo o Não Sou uma Dessas, recebi comentários de todos os tipos – inclusive, muitas pessoas falando sobre a Lena e sobre a sua série, Girls. Então, vou jogar a real: nunca assisti e nunca soube quem era Lena até comprar esse livro. O motivo da escolha foi simples: muita gente falando sobre ele com opiniões das mais diversas. Eu precisava saber do que se tratava.

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Na primeira semana eu devorei o livro – ainda mais porque fiquei um bom tempo no hospital acompanhando voinha (ela tá bem, gente) e não tinha muito o que fazer por lá. A leitura começou gostosa, daquele tipo bem leve que não exige muito esforço mental, sabe? É um livro sobre pequenas coisas e você vai lendo apenas pela curiosidade de saber como ela vai retratar determinados tópicos.

O que mais me interessou, a princípio, foi a forma diferente com a qual ela narra coisas cotidianas e tão pequenas, que passam desapercebidas por qualquer pessoa.

O livro é recheado de pequenos probleminhas cotidianos: alguns que ela transforma em grandes tragédias e outros com os quais você acaba se identificando. Quer dizer, eu não me identifiquei muito com ela não. Talvez por conter tanto sarcasmo e ousadia – achei muita porralouquisse. Euzinha – que sempre fui b.o.r.i.n.g.

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Quando cheguei nos 80% de leitura, comecei a empurrar com a barriga. Fiquei uns bons 10 dias sem tocar no kindle, talvez devido à correria da vida, talvez pela falta do hábito. Mas arrisco dizer que o livro foi ficando cansativo, não me prendia mais.

Na verdade, é uma leitura interessante para quando você resolve parar pra ler. Mas ele não me despertou aquele sentimento de “só mais um capítulo”, sabe?

Quanto às controvérsias que surgiram devido aos tabus sobre sexualidade – e à forma como ela mencionou a irmã – posso dizer que achei: bizarro. Mas não levei tão a sério, pois acredito que ela deu uma dramatizada nessa parte, assim como ela dramatizou o livro todo.

Não acredito, de fato, que ela vivenciou todas aquelas experiências com tamanha dimensão. Para mim, muita coisa foi maquiada em prol do bom enredo e das vendas, logicamente.

Agora, eu quero saber de você:

  • Você já assistiu ao seriado ou conhecia o trabalho da Lena anteriormente?
  • O que achou da polêmica sobre o livro?
  • Você se identificou com a autora em algum momento?
  • Qual foi a sua passagem favorita?
  • Você recomendaria esse livro para alguém?

Sinta-se à vontade para expressar a sua opinião sobre o livro, suas passagens e a autora. Não esqueça de deixar o link do seu post, caso já tenha feito alguma resenha! Está permitido responder o comentário dos amiguinhos que achar interessante, contanto que mantenhamos a paz e o amô, ok?

Em breve sai a seleção para o clube do livro de fevereiro – e foi uma sugestão de vocês, viu? <3 E então, gostaram? Podemos continuar com a brincadeira? Beijos!

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  • Assisti ao seriado no finalzinho do ano passado, pra finalmente ver o que era que todo mundo tanto falava de Lena Dunham e etc, e: achei bizarro, hahah. Fiquei com essa sensação também de que é tudo exageradamente dramatizado e egocentrista, que é impossível pessoas normais viverem/reagirem do jeito que ela retrata as quatro mulheres. Não consegui me identificar nem um pouco que fosse com _qualquer_ uma delas, que por isso nem me empolguei tanto pelo livro – imagino que terei a mesma sensação.

    Poréééém, comecei a ler O Pintassilgo/The Goldfinch e já estou adorando. Confesso que peguei pra ler sem nem saber do que se tratava (só lembro de ter visto a Florence Welch com o livro e fiquei com ele na lista de leitura mental! hahah) e está me surpreendendo. Fica a dica pra alguma próxima leitura no clube! ^-^

  • Loma, amore… eu ganhei o livro e comecei a ler logo ..
    Você já assistiu ao seriado ou conhecia o trabalho da Lena anteriormente?
    Nunca assisti ao seriado e nem conhecia a Lena
    O que achou da polêmica sobre o livro?
    Achei coisa da mídia
    Você se identificou com a autora em algum momento?
    Em nenhum momento rsrsr Vai, brincadeirinha… Em alguns momentos sim.
    Qual foi a sua passagem favorita?
    Gostei quando ela fala dos pais , como eles se conheceram e começaram a namorar.
    Você recomendaria esse livro para alguém?
    Bem, eu não recomendo, mas acho que cada pessoa vale lê-lo, pois gosto é gosto e o que não me agrada, pode agradar demais a outros. Lá no trabalho, eu estava mal terminando de ler e tinha duas colegas na fila! Pois disseram que adoravam o seriado e tal.
    É isso Loma, gostei demais de participar da primeira edição do clube do livro.

    Bjos e bom final de semana,
    Sheyla.

  • Oi Loma! Fiquei interessadíssima pelo livro quando vi ele aqui no clube do livro, e li!

    Vamos aos fatos: eu me sinto bem “porra loca”, não vou negar. Bastante coisa do que a Lena diz ter vivido eu também vivi, e por isso me identifiquei bastante com várias passagens do livro e também vi muitas amigas minhas em outras. Acho que bastante gente achou forçado porque simplesmente não acha possível alguém realmente ter vivido tudo aquilo justamente por nunca ter vivido nada parecido. Já pessoas que viveram sabem como as vezes a vida dá uma exagerada nas coisas por conta própria hahah

    Obviamente teve um ponto e outro que foi modificado pra dar aquela polêmica e chamar atenção, mas acredito que todas as situações foram reais e, às vezes, apenas retratadas da forma como a autora sentiu a situação. É impossível uma autobiografia (ou um livro de memórias, como classifiquei esse) não ser egocêntrico.

    Uma passagem que me chamou atenção foi a do possível estupro. Vi muita gente condenando e dizendo que se fosse verdade ela não falaria disso com tanta naturalidade, porém, ela mesma diz que a princípio não enxergou aquilo como um abuso, e isso acontece com tantas e tantas mulheres hoje em dia, que se permitem ser tratadas de uma forma abusiva achando que é natural…

    Por fim, eu acabei indicando esse livro pra todas minhas amigas que eu ”vi” naquelas páginas. Todas que com certeza têm uma história pra contar que parece inacreditável e “radical demais” pra sociedade. Por fim, fiquei muito interessada em assistir à série Girls, e um dos filmes dela já estava na minha lista mesmo antes do livro.

    Minha resenha sobre ele vai ao ar na próxima semana! ^-^
    Beijos.

    • @Ana Letícia Lima, é super interessante isso, pois você acabou se identificando. Eu acredito que ela não escreveu para mim hahahaha sou absolutamente o oposto. É interessante ler e conhecer a personalidade dela, mas não rolou uma química com a história dela.
      Quanto ao estupro, eu vi da mesma forma: ela narrou o que ela sentiu e fez de forma inocente, quando mais nova. A criança não tem noção do que é certo ou não, apesar de ter ficado meio em choque por ela ter inserido no livro, acabei relevando. Fico muito feliz que gostou do livro e agradeço por participar do clube <333

  • Loma, comigo aconteceu um pouco o efeito contrário. Comecei com um pouco de preguiça do livro e depois fui me entendendo mais com a personagem que a Lena cria dela mesmo na história. Ela é muito diferente de mim, mas claro, que uma vez ou outra a gente se identifica, ou transporta sentimentos pra situações parecidas. O que acho mais legal do livro, é o fato dela falar tão abertamente sobre o corpo dela, sobre as vontades dela como mulher (profissionalmente, sexualmente, sentimentalmente) e ter toda essa personalidade forte dentro dela.
    Tem tanta gente que poderia ser inspirada pelas atitudes dela, e não pelas vivencias em si, sabe?

    :*

    • @Marina Paiva, me identifiquei em alguns trechos também, como por exemplo o TOC, as inseguranças e a estima dela. Fiquei impressionada com a mesma coisa: a facilidade dela em falar sobre tabus e temas tão difíceis, como a morte. Obrigada por participar do clube <333

  • Oi, Loma!
    Olha, não sei se gostei não, viu? Mas até aí, eu tbm não terminei de ler, tô que nem você, empurrando com a barriga. Já conhecia a Lena, mas nunca vi Girls, então não sabia muito bem o que esperar. Gostei muito da hora que ela fala da mãe dela, que inventou a selfie e tals. Achei uma parte de empoderamento muito bacana! Mas, no mais…. Achei um pouco sem sentido o livro!

  • Olá Loma, tudo bem? :) Curiosamente eu li “Não sou uma dessas” esse mês também e concordo com sua opinião. Ela dramatiza tudo demais e o livro fica cada vez mais enrolado. Não fiz um post específico sobre o assunto, mas falei do livro respondendo a uma TAG num vídeo e ta aí o link do post que tem o vídeo, se você quiser ver, hahaa.
    Beijo!

  • Loma li o livro sem antes ter visto o seriado girls, achei muito exagerada a maneira com qual ela fala de seu cotidiano, era tudo muito bizarro, achei que ela tem problemas serios! Mas e muito interessante que mesmo ela sendo “famosa” ela conta a vida dela sem “tabus”.
    Nao me indentifiquei muito com o livro. Por mim a melhor parte eram as listas, pois as vezes eram muito engracadas! recomendaria para quem eu achasse que se indentificaria mais com o livro ! daria uma nota seis de dez para ele.
    Loma comecei a acompanhar o blog agora e adoro bjs

  • Assisti a primeira temporada de Girls e amei, acredito que a fase pela qual eu estava passando na época influênciou e me via retratada ali pelas personagens. A segunda temporada achei ok, já a terceira me pareceu repetitiva e não consegui passar dos 3 primeiros episodios. Desisti e não tenho tanto interesse em voltar a ver tão cedo, talvez quando eu estiver com tempo sobrando e sem nada pra fazer.
    A Lena me parece ser uma pessoa interessante, é bom termos pessoas como ela que levantam a bandeira do feminismo e possuem influências. Dizem que ela ensinou muita coisa para a Taylor Swift depois que viraram amigas, passei a gostar mais da Taylor e a curtir as músicas do novo album justamente por ela adotar uma postura “girl power”, além de não ter nada de culpar “aszinimiga” por perder “macho”, sabe?
    Quanto ao livro não posso dizer nada, ainda não li mas ta no carrinho de compras :)

    • @Stella, nossa eu não fazia ideia dessa amizade com a Taylor – pra ser honesta, não dou muita bola pra ela – mas achei bem legal essa influência. Esse empoderamento é lindo mesmo, mas eu só achei que o livro não foi escrito pra mim hahahaha não consegui me relacionar com as experiências dela. Mas foi uma leitura válida!

  • Ai, esse livro me traz um emaranhado de opiniões. Mas começando por como eu conheci, antes da pré-venda, eu imaginava um livro incrível com um temática que fosse um pouco além apenas da vivência dela. Eu esperei muito desse livro e não tive quase nada em retorno. Depois de algumas horas eu percebi que isso é um problema meu e não com o livro em si. Ele eu achei incrível.
    Começando porque eu sou uma pessoa sem sal. Quer dizer, não tenho nem um sexto de histórias que ela tem. E as histórias dela estão muito além do que eu vivo, o que me faz ficar um pouco distante ( algumas coisas eu não consegui aceitar como verdade, senti como se ela tivesse engrandecido a história).
    Mas eu me identifico um pouco com ela, principalmente quando ela fala sobre o corpo dela e sobre as dietas. Eu gostei muito de ler aquela parte.
    Agora já a polêmica, eu não considerei tão polêmica assim. Claro que foi algo forte, mas não me pareceu tão forte assim. Pareceu que as pessoas apenas leram por cima e aumentaram aquilo que estava escrito no livro para enfatizar algo ruim sobre a Lena.
    Eu não só recomendaria como recomendei para várias amigas. Agora elas terem lido é outra história.

    Bem, desculpe pelo cometário enorme. Fiquei animada com o Clube do Livro e mal espero ver qual será o livro de fevereiro. Beijos :*

    • @Glízia Paulo, também me identifiquei com a estima dela, acho que toda garota tem essa visão distorcida de si mesma. E apesar de não ter me identificado, como vc, também achei uma leitura válida e consegui absorver muitas experiências. Obrigada pela sua participação <3

  • Eu disse que ia tentar ler, e tentei mesmo – ainda estou tentando. Passei um pouco da metade do livro e ainda não achei muita graça. Digo, o livro não é ruim e pretendo terminar de lê-lo logo. Eu já conhecia a autora e o seriado Girls – que por sinal não gostei -, porém achei mega estranho o abuso de drogas/álcool/sexo. Sou meio boring também. Gostei da parte em que ela fala especificamente da escola e dos alunos do “quinto ano”, pois me sentia assim com relação aos alunos mais velhos da minha escola. Mesmo assim, fiquei fazendo análise psicológica o tempo todo, para explicar a necessidade dela de se sentir amada e atraente sexualmente. Achei bizarro. haha
    Só recomendaria o livro para alguém que fosse fã do seriado dela! ;P

  • Acabei não conseguindo ler esse livro, mas tinha ficado curiosa. Depois do que você disse, nem tenho mais vontade de ler, hehe. Tenho vários livros aqui me esperando, e mal posso esperar pra saber qual será o livro de Fevereiro! Que pena que a leitura não te agradou tanto, parecia um livro muito bom…

    Beijinhos,
    May :*

  • Oi Serna! Tudo bom?

    Então né, não li o livro e nem pretendo (pelo menos por enquanto). Eu já conhecia o trabalho da Lena por causa da série Girls e tal, mas sinceramente não achei nada espetacular. Preciso assistir outros episódios pra poder formar uma opinião.

    Ps: Sempre que venho comentar aqui, vejo os comentários de outras pessoas e acho tão digno quando vejo “fulana postou recentemente tal coisa” e, confesso, morro de inveja. Os meus não aparecem aqui, fico chateada, magoada, deprimida e psicologicamente muito abalada! Rrsrs. Como faz, Sernão? ;)

    Beijocas

  • Eu sempre tive uma preguiça ENORME da Lena, tanto que nunca tive a menor vontade de assistir o seriado. Em certos pontos, me identifico com ela sim. Em outros, acho que ela forçou muito a amizade pra parecer descolada. Enfim, acho que essa semana eu posto a minha resenha do livro la no AML :D

    Beijocas

  • Oi Loma, tudo bem?
    Confesso que não assisti ao seriado e nem conhecia o trabalho da autora, mas já tinha ouvido falar sobre o livro. Fiquei curiosa, mas confesso que nos últimos tempos tenho preferido leituras que fluam com maior facilidade, e personagens muito exageradas não tem me conquistado muito. Mas a dica tá anotada.
    Abraços,
    Amanda Almeida

  • Eu assisto Girls e era o único trabalho da Lena que eu já conhecia, não vi o filme dela, e como eu antes de assisti Girls assistia Gossip Girl pra mim foi meio um choque de realidade pois são dois seriados que se passam em Nova York com personagens jovenzinhos, com problemas fúteis mas com realidades totalmente diferentes. No fim eu acabei me apaixonando por Girls e pelas personagens então quando fui ler o livro da Lena eu meio que já sabia que ia gostar. Gosto do jeito despretensioso que ela escreve, e também da maneira como ela trata assuntos tabus com a maior naturalidade. Sei que ela exagera em muito mas é o jeito dela de contar a história, talvez se ela contasse do jeito que as coisas realmente aconteceram seria tão sem graça que nem valeria a pena o livro. Sei lá. Eu recomendaria o livro pra quem já conhece e gosta do trampo dela, ou pessoas que não tem frescuras e nem mimimi quando o assunto é sexo, corpo, ou qualquer outra coisa que ela fala no livro. Aaaah falei muito haha

    • @Mãndy, eu curti pelos mesmos motivos. A narrativa dela é gostosa e ela falar muito abertamente sobre tudo. Ma sé justamente com esse choque que não me adaptei, não é minha realidade. Talvez eu seja careta demais hahahaha Obrigada pela participação, amei ler sua opinião.

  • Ainda não sei se gostei ou odiei o livro. Mas vamos lá!

    – Você já assistiu ao seriado ou conhecia o trabalho da Lena anteriormente?
    Eu já sabia quem era ela, mas nunca tinha visto Girls nem nenhum outro trabalho dela.

    – O que achou da polêmica sobre o livro?
    Achei um pouco desnecessária porque é óbvio que tudo ali foi aumentado 50x pra vender.

    – Você se identificou com a autora em algum momento?
    Olha… Em raríssimos. Acho que só no capítulo onde ela fala sobre morte e etc. Ali eu me identifiquei um pouquinhozinho.

    – Qual foi a sua passagem favorita?
    Gostei de trabalho e de panorama. Sexo foi a pior, definitivamente – e olha que, definitivamente, não sou nenhuma puritana.

    – Você recomendaria esse livro para alguém?
    Olha… Sinceramente? Não.

  • Achei chato do começo ao fim.
    Assisti a primeira temporada do seriado e fiquei com a impressão de serem um bando de garotas chatas, filhinhas de mamãe, com tempo demais pra cultivarem problemas. Até por isso, não entendi porque comprei a bagaça do livro. (na vdd achei que era meio ficção)

    lena se mostrou uma garota problemática mas que ao invés de se tratar de verdade, prefere fazer drama. Me pareceu que essa geração tem muito apoio pra ter problemas: terapeutas, amigos, família, namorados…todos parecem “dar espaço” e “apoiar” a pessoa para que ela TENHA o problema e não para que SUPERE.

    Sei lá, acho que eu tive que me virar bem cedo, tive uma vida realmente atribulada por mortes, falta de dinheiro e profissões escolhidas erroneamente…não tive tempo pra agir feito uma criança bobona como essa Lena.

    Não, não gostei mesmo.

  • Olá, boa tarde, sou autor da trilogia “Tudo por você, Lett”. E na boa, gostei bastante deste Clube do Livro, confesso que nunca li “Não sou uma dessas”, mas estou interessado depois desta postagem. Vou está acompanhando. Espero que acompanhe as minhas postagens também. Um abraço.

  • acho que eu só não matei minha curiosidade quanto a esse livro pela falta de tempo mesmo. é tanta gente falando bem e mal dele que rola aquele lance de ~o que será que eu vou achar? e por mais que eu analise as resenhas dazamiga eu fico meio sem saber mesmo porque nunca vi a série nem nada. aliás, fui saber dessa ~ligação~ por causa das resenhas mesmo. HAHAHAHA

  • Oie, Lominha. Tudo bem?
    Só agora consegui terminar o livro de Lena e confesso que assisti apenas dois capítulos da série “Girls”,
    Apesar de ser considerada uma das vozes mais originais de sua geração, o seu livro de estreia deixou muito a desejar.
    Numa linguagem informal e despretensiosa, Lena fala de angústias, dramas e experiências suas que se assemelham a de muitas jovens. Personifica a figura da mulher de hoje em confronto consigo mesma e com o mundo. Revela com sinceridade e certo sarcasmo sua visão sobre relacionamentos e outros temas como amor, sexo, autoestima, beleza, trabalho e expectativas em relação ao futuro.
    O que é de fato real nos seus relatos? O que é ficcionado pela autora? Há momentos em que os dois simplesmente se confundem. Na verdade, acho que pouco importa muito ao leitor, o processo de criação é mais interessante.
    Lena procura uma trilha pessoal, fugindo dos padrões pré-estabelecidos pela nossa sociedade de beleza e moralidade, no entanto, não empolga e a leitura não decola.
    O texto bem-humorado em muitos momentos não funciona. Talvez por sua inaptidão em não conseguir deixá-los naturais ou talvez por soar demasiado artificiais em determinados capítulos.
    Acho que autora não imprimiu força e intensidade em suas narrativas, não conseguiu explorar a complexidade do seu universo interior, ficando apenas na superfície. A vida real de Lena parece mais interessante que o livro.

    • @Penélope Salles, perfeito! Eu nunca soube distinguir o que era real ou imaginado nos causos que ela narra. Muita coisa parece aumentada, projetada, just for the sales. Fico feliz que temos uma opinião mto parecida! Não é um livro ruim, de todo. A forma como ela escreve é bem gostosa. Mas não achei uma biografia, nem uma fantasia. Tá ali no meio.

  • Comecei a ler o livro com certa curiosidade, porque ja tinha o visto várias vezes por aih. Concordo com você que a leitura é fácil, mas parei antes de ficar ‘massante’. Achei o comportamento dela muito exagerado, e muitas vezes confuso, aí fui ficando irritada e parei a leitura.

  • É um livro que ninguém vai gostar tão aberto em suas declarações. Porém, ele tem inspirado muitas mulheres, inclusive eu, para discutir questões que não são considerados adequados. Vou sentir falta de sua série, Girls. Ele conseguiu personagens interessantes e profundas, sem descurar a pouco explorado na combinação de humor e drama de TV (Deixo o trailer http://br.hbomax.tv/movie/TTL606985/Girls-06-Eps-01), por isso é um dos melhores series para esta geração.